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Monumento a Julio Verner (de José Molares) (2005) Porto de Vigo
No
dia 24 de março de 1905 morria em Amiens, na França, Julio Verne, escritor
famoso pelas suas histórias de aventuras.
“Tudo o que um homem pode imaginar, outros homens
poderão realizar”
Nascido
em Nantes, na França, no dia 8 de fevereiro de 1828, Julio Verne se formou em
Direito em Paris, mas desistiu da profissão de advogado para escrever peças
teatrais. Até hoje seu livros servem de inspiração ou são adaptados para
produções no cinema, teatro e televisão.
O
escritor francês Júlio Verne (Jules Gabriel Verne) é conhecido como o pai da
ficção científica. Suas obras mais famosas foram histórias de aventura, nas
quais descrevia tecnologias e descobertas científicas muito antes delas se
tornarem realidade, como as viagens espaciais (em Viagem ao Redor da Lua, 1869)
e o submarino (em vinte Mil Léguas Submarinas, 1870), entre outras.
Filho
do advogado Pierre Verne e de Sophie Allotte de la Fuye, Júlio Verne nasceu na
cidade portuária de Nantes, em 8 de fevereiro de 1828. Em 1839, aos 11 anos,
inicia seus estudos no colégio Saint-Stanislas. Logo inicia seus escritos em
prosa.
Em
1848 passa a viver em Paris, onde cursou Direito, por desejo de seu pai. No ano
seguinte, Júlio Verne é introduzido no círculo literário de Paris, por
intermédio de seu tio Châteaubourg. Conhece então personalidades como Victor
Hugo e Alexandre Dumas (pai). Passa então a dividir seu tempo entre os estudos
do Direito e da Literatura. Em 1849 se forma como advogado, mas segue escrevendo
para o teatro.
Incentivado
por Alexandre Dumas, em 1850, estréia sua primeira peça de teatro. Nesse mesmo
ano, pela primeira, faz uso de seu diploma em Direito e passa a trabalhar no
Teatro Lírico de Paris, como operador financeiro. Nessa época, Júlio Verne
passou a se interessar pelas descobertas científicas, e aprofundou seus estudos
em ciências e geografia. Em 1851 escreveu seu primeiro conto de ficção
científica.
Júlio
Verne casou-se, em 1857, com Honorine Anne Hebe Morel, uma viúva de 28 anos que
já tinha duas filhas. Com ela, Júlio Verne teve seu único filho, Michel Jean
Pierre Verne. Nessa época, para sustentar sua família trabalhou na Bolsa de
Valores de Paris, mas jamais abandonou seus escritos. Nas horas vagas, estudava
cada vez mais sobre invenções e lia mais e mais revistas científicas.
Em
1862 conheceu o influente editor Pierre Jules Hetzel, que publicou sua obra
Cinco Semanas em um Balão. O sucesso foi tamanho, que Hetzel ofereceu a Júlio
Verne um contrato no qual estava previsto que ele deveria escrever dois livros
por ano, pelos próximos 20 anos. O contrato foi cumprido por Júlio Verne por 40
anos.
Em
1867 passa a viver em Crotoy. Mesmo lá era muito assediado, o que fez com que
mudasse de endereço várias vezes. Apaixonado pelo mar, Júlio Verne teve três
embarcações, as quais deu o nome de Saint – Michel (I, II, e III).
Em
1886, Júlio Verne sofre uma estranha tentativa de assassinato. Seu sobrinho
Gaston, filho de seu irmão Paul, deu-lhe um tiro. Uma das balas ficou alojada
entre o tornozelo e o pé, deixando-o coxo pelo resto de sua vida. Gaston foi
internado em um manicômio pelo resto de sua vida.
Suas
últimas obras de ficção já não demonstravam o mesmo otimismo com os avanços
tecnológicos que eram tão claros em suas primeiras obras. Pessimista em relação
ao futuro da civilização escreveu “Paris no século XX”, obra que foi recusada
por Hetzel na época, e que foi publicada somente em 1989, mais de um século
depois de ter sido escrita, após ter sido encontrada pelo bisneto de Júlio
Verne.
De
sua imensa obra (mais de cem títulos, entre romances, novelas e peças de
teatro) as mais famosas são: Vinte Mil Léguas Submarinas (1870), A Volta ao
Mundo em Oitenta Dias (1872), Viagem ao Centro da Terra (1864), Da Terra à Lua
(1865), A Ilha Misteriosa (1874) e Viagem ao redor da Lua (1869).
Uma
das obras que mais gosto de Júlio é a Viagem ao Centro da Terra, masc confesso
que cada obra desse ilustríssimo autor é uma diferente e emocionante viagem.
Fonte:Infoescola
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terça-feira, 24 de março de 2015
Biografia: Julio Verner
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